Sensoriamento Remoto

Também chamado de detecção remota, ou ainda teledetecção, o sensoriamento remoto é uma técnica de obtenção de informações sobre um objeto, uma área, uma feição ou um fenômeno no Planeta Terra, sem que haja contato físico. Teve início com a invenção da câmara fotográfica que foi o primeiro instrumento utilizado e que, até os dias atuais, são ainda utilizadas para tomada de fotos aéreas.

As aplicações militares quase sempre estiveram à frente no uso de novas tecnologias, e no SR não foi diferente. Relata-se que uma das primeiras aplicações do SR foi para uso militar. Para isto foi desenvolvida, no século passado, uma leve câmara fotográfica com disparador automático e ajustável. Essas câmaras, carregadas com pequenos rolos de filmes, eram fixadas ao peito de pombos-correio.

No processo evolutivo das aplicações militares, os pombos foram substituídos por balões não tripulados que, presos por cabos, eram suspenso até a uma altura suficiente para tomadas de fotos das posições inimigas por meio de várias câmaras convenientemente fixadas ao balão. Após a tomada das fotos o balão era puxado de volta e as fotos reveladas eram utilizadas nas tarefas de reconhecimento.

Posteriormente, aviões foram utilizados como veículos para o transporte das câmaras. Na década de 60 surgiram os aviões norte americanos de espionagem denominados U2. Ao produto final dos sistemas sensores atribuímos características básicas que definem a capacidade de distinguir respostas (em forma de REM) do objeto em estudo, em outras palavras a resolução, ou poder de resolução quando se trata do sensor. São elas a resolução espacial, espectral e radiométrica, que serão explicadas adiante. Os sistemas não-imageadores mais utilizados são os radiômetros, cuja a principal função no assunto que vamos desenvolver é a calibração.

De acordo com o processo de formação da imagem, classificamos os sistemas imageadores em fotográficos, elétro-ópticos (satélites) e radar. Os dados obtidos pelos diversos sistemas sensores em questão se prestam a diversos usos ficando a definição de qual sistema utilizar em função da informação a ser obtida, da resolução necessária e do capital disponível para o mesmo. Uma vez obtidos, estes dados devem ser então tratados e interpretados, de forma analógica ou digital para a obtenção da informação em questão.

Apresentação

Boa Tarde,

Fazemos parte do curso de Eng. Agrícola e Ambiental da UFRPE, e estamos criando esse blog a pedido da cadeira de Microinformática com o objetivo de abranger nossos conhecimentos em nossa área, entrar em contato com outros profissionais através da internet e também,partilhar o que descobrimos no nosso dia-a-dia.

Ao lado colocamos links interessantes em nossa área, com o decorrer das postagens será feito pelos membros abordagens em diferentes temas.
No primeiro post do blog, nada mais justo do que contar um pouco de história pra vocês. Na pré-história, em torno de 12000 a.C, começaram a surgir as primeiras formas de agricultura e apicultura; que era a domesticação de animais e de espécies vegetais. Nesse período, o uso do fogo e de algumas ferramentas, assim como do esterco animal, passaram a fazer parte do cotidiano dos aglomerados urbanos, os quais deram origem às cidades.


No Brasil, antes da chegada dos portugueses, as populações indígenas que viviam no litoral alimentavam-se, basicamente, de peixes e crustáceos, abundantes na costa brasileira. Esses restos alimentares deram origem aos fósseis chamados de sambaquis. Além disso, consumiam raízes (mandioca, cará) e praticavam a caça de pequenos animais nas áreas próximas à Mata Atlântica.

Com a chegada dos portugueses, vimos a devastação das vegetações litorâneas brasileiras, iniciadas com a exportação do pau-brasil como matéria-prima para tingir tecidos. Posteriormente, através das culturas de exportação ("plantations"), como a cana-de-açúcar seguida pela pecuária extensiva, passando pelos ciclos do ouro, para chegar à exploração do café. Toda a economia era voltada para a exportação. Um continente com terras inexploradas a milhões de anos seria extremamente fértil a qualquer tipo de exploração agrícola. Até porque, conforme escreveu Pero Vaz de Caminha : "...em se plantando tudo dá...".


O crescimento populacional e a queda da fertilidade dos solos utilizados após anos de sucessivas culturas no continente europeu, causaram, entre outros problemas, a escassez de alimentos. Nesse sentido, por volta dos séculos XVII e XIX, intensifica-se a adoção de sistemas de rotação de culturas com plantas forrageiras (capim e leguminosas) e as atividades de pecuária e agricultura se integram. Esta fase é conhecida como Primeira Revolução Agrícola.


Nessa época, eles tinham em mente o ideal de produzir mais e gastar menos. Eles estavam praticando a agricultura de precisão. Esse metodo consiste na análise do solo - produtividade, características - através de diversos softwares e hardwares. Utilizando equipamentos como o medidor de umidade de solo, o medidor de umidade de semente, o gps e imagens de satélite; consegue-se montar um mapa completo, com todas as informações necessárias ao agricultor sobre aquela região, para o seu melhor cultivo.


Quem utilizar esta técnica só tem a ganhar, pois irá economizar insumos agrícolas, irá aumentar a produtividade, irá aporoveitar ao máximo o solo e ainda poderá ter o controle preciso na utilização de agrotóxicos.